domingo, 19 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
10 dicas para economizar a bateria do iPhone, do iPad e do iPod touch no iOS 5
Na teoria (e também segundo nossos testes), o novo sistema iOS 5 conseguiu uma boa maneira de otimizar a bateria do aparelho em relação às versões anteriores. Se isto não está acontecendo com seu iPhone, iPad ou iPod touch, veja algumas dicas de como tentar solucionar este problema.
Pelos comentários de nossos leitores, há quem elogiou muito o novo consumo de bateria, mas há também quem esteja reclamando de que a situação está pior com o iOS 5. Esta diferença de comportamento da bateria entre diversos usuários pode ser explicada pelas diferentes configurações do aparelho. Por isso, se você está enfrentando estes problemas, tente um ou vários dos métodos abaixo.
Todas as configurações aqui demonstradas devem ser feitas nos Ajustes do aparelho, que podem ser acessados através de seu ícone na tela dos aplicativos.
1. Redefina os Ajustes de Rede
O excessivo consumo de bateria pode se dar devido a uma configuração antiga da rede ao ser usado o backup do sistema anterior. Para normalizar isso, basta redefinir estes ajustes no aplicativo Ajustes > Geral > Redefinir > Redefinir Ajustes de Rede. Atenção: isso também faz o aparelho esquecer as senhas de redes Wi-Fi, obrigando você a introduzí-las de novo. Em compensação, isso ajuda também a quem não está conseguindo ter o Acesso Pessoal no iPhone 4.
2. Desabilitar os Serviços do Sistema (localização)
O iOS 5 introduziu algumas configurações novas de localização, que muita gente não usa. Desligá-las pode ser uma boa maneira de economizar bateria. Para isso, basta ir em Ajustes > Serv. Localização e lá no final da página (quase escondido), vá em Serviços do Sistema. Desligue os que você acha que não usa. Se não sabe quais, vá na tentativa e erro: desligue todos e observe o que muda no aparelho.
3. Não crie Lembretes por Localização
Os Lembretes por Localização (que funcionam somente no iPhone 4) são bem interessantes, mas gastam bastante bateria, porque deixam o GPS ligado o tempo todo até que o lembrete seja executado. Se você não precisa da função, procure evitá-la.
4. Desligue o Ping
O Ping é uma fantástica e revolucionária rede social da Apple (#ironia) que ninguém usa. E no Brasil a função é totalmente inútil, pois não temos uma iTunes Store nacional. Portanto, desligue esta função para evitar que o aparelho entre em comunicação com os servidores da Apple por nada. Vá emAjustes > Geral > Restrições > Ativar Restrições > Ping.
5. Desabilite o Diagnóstico e Uso
Toda vez que algo acontece de errado no sistema (um aplicativo que fecha inesperadamente, por exemplo), um relatório é enviado automaticamente à Apple para que ela tenha consciência do problema e possa arrumar isso em futuras versões do iOS. Este feedback é muito importante, mas se você não quer que seu aparelho fique se conectando constantemente para enviar informações à Maçã, pode desligar esta opção em Ajustes > Geral > Sobre > Diagnóstico e Uso > Não Enviar.
6. Desligue o Bluetooth
Se você não usa nenhum acessório que utilize o Bluetooth, não tem porque ficar com ele ligado. Vá em Ajustes > Geral > Bluetooth e desligue-o.
7. Diminua o brilho da tela
Quanto mais forte o brilho da tela, mais energia da bateria é gasta. Por isso, tente se acostumar com um brilho baixo, alterando-o somente quando você realmente precisar. Vá em Ajustes > Brilho.
8. Reduza o tempo de bloqueio da tela
Quando você não mexe no aparelho, ele escurece a tela depois de um certo tempo, bloqueando-a para economizar energia. Você pode configurar para que este período seja de apenas um minuto, assim o aparelho não desperdiça bateria quando não está sendo usado. Configure isto em Ajustes > Geral > Bloqueio Automático.
9. Desligue a equalização de música
Nem todo mundo tem esta função ativada, mas ela gasta bateria quando usada. O aplicativo Música (antigo iPod) possui um Equalizador digital que melhora o som das músicas de acordo com a preferência do ouvinte. A função pode ser desabilitada em Ajustes > Música > Equalizador.
10. Desligue o push do Mail
Esta é só para quem realmente está com problemas de bateria, pois é uma funcionalidade interessante de se ter. Toda vez que você recebe um email, imediatamente o sistema avisa que ele chegou (se sua conta for compatível, como o IMAP do Gmail). Chamamos isso de push, que é uma notificação instantânea. Você pode desligar isso e fazer com que o sistema só busque novos emails em um certo período de tempo (de 15 em 15 minutos, por exemplo). Para modificar esta configuração, vá em Ajustes > Mail, Contatos, Calendários > Obter Novos Dados.
Em geral, estas são as dicas básicas para economizar um pouco a bateria do aparelho. O iOS 5 não deve apresentar um consumo de energia anormal se estas dicas forem seguidas, mas se mesmo assim você estiver enfrentando problemas neste sentido, talvez o melhor seja restaurar todo o sistema. Se fizer isso, não esqueça de preparar antes um belo backup no iCloud de todos os seus dados, para não perder nada depois.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011
NFC, a tecnologia que transformará seu celular em um cartão de crédito Com ela, você poderá comprar bilhete de metrô e trem, pagar compras e até adquirir ingressos para shows, apenas usando o smartphone
Uma nova porta de comunicação - dá para definir assim o NFC: Near Field Communication, ou em português, Comunicação em Área Próxima. Esse é mais um novo recurso que está sendo incorporado aos celulares.
O funcionamento é simples e parecido com o que acontece hoje em catracas de edifícios comerciais. O NFC permite a troca de pequenos pacotes de informação entre dispositivos sem a necessidade de cabos ou aparelhos próximos o bastante para que a transferência dos dados armazenados no chip seja realizada. As informações são criptografadas e todo o procedimento é controlado pelo próprio usuário.
Gustavo Gassman, diretor de vendas da Hid Global explica que a tecnologia "permite que as pessoas que estão carregando crachás de identificação para entrarem em empresas, através de catracas ou portas, façam isso através de um aplicativo dentro de um smartphone com a modalidade do NFC".
A tecnologia poderia ser aplicada em praticamente qualquer dispositivo, mas devido à sua popularidade, os escolhidos foram, é claro, os celulares. Mais especificamente os smartphones. Nos Estados Unidos e Japão, através do NFC já é possível comprar bilhete de trem, pagar compras e até adquirir ingressos para espetáculos. Mas as possibilidades vão além...
Os aparelhos celulares com NFC poderão abrir portas, ler preços, e muito mais. Na Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, está em fase de testes o uso do NFC pelos alunos para acesso e controle de frequencia.
Gustavo também explica que não é difícil de se imaginar que daqui um tempo, quando alguém fizer um reserva de hotel, por exemplo, consiga usar um aplicativo para baixar a chave de seu quarto. Então, evitaria o check-in. Se você possui acesso à internet, essa seria uma das aplicações.
Apesar de ainda estar se espalhando, o NFC não é uma tecnologia nova. Ela existe desde 2004, mas parece que agora ela virou mesmo a "bola da vez". Até porque, já existem vários projetos usando o NFC para substituir até o cartão de crédito!
Mesmo antes de o NFC pegar por aqui, já existem aplicativos para que profissionais liberais possam cobrar seus serviços com cartão de crédito através do smartphone. Se você é um profissional liberal, essa pode ser uma boa alternativa. No campo da curiosidade, já tem táxi que aceita pagamento via celular aqui mesmo, no Brasil. Se você quiser conhecer o recurso para profissionais liberais e as experiências dos táxis, acesse os links que estão junto desta matéria.
LINKS ABAIXO:
Cielo lança aplicativo para pagamentos com cartão • Já pensou em pagar a corrida de táxi via SMS? • Banco do Brasil, Cielo e Oi se unem para oferecer
O funcionamento é simples e parecido com o que acontece hoje em catracas de edifícios comerciais. O NFC permite a troca de pequenos pacotes de informação entre dispositivos sem a necessidade de cabos ou aparelhos próximos o bastante para que a transferência dos dados armazenados no chip seja realizada. As informações são criptografadas e todo o procedimento é controlado pelo próprio usuário.
Gustavo Gassman, diretor de vendas da Hid Global explica que a tecnologia "permite que as pessoas que estão carregando crachás de identificação para entrarem em empresas, através de catracas ou portas, façam isso através de um aplicativo dentro de um smartphone com a modalidade do NFC".
A tecnologia poderia ser aplicada em praticamente qualquer dispositivo, mas devido à sua popularidade, os escolhidos foram, é claro, os celulares. Mais especificamente os smartphones. Nos Estados Unidos e Japão, através do NFC já é possível comprar bilhete de trem, pagar compras e até adquirir ingressos para espetáculos. Mas as possibilidades vão além...
Os aparelhos celulares com NFC poderão abrir portas, ler preços, e muito mais. Na Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, está em fase de testes o uso do NFC pelos alunos para acesso e controle de frequencia.
Gustavo também explica que não é difícil de se imaginar que daqui um tempo, quando alguém fizer um reserva de hotel, por exemplo, consiga usar um aplicativo para baixar a chave de seu quarto. Então, evitaria o check-in. Se você possui acesso à internet, essa seria uma das aplicações.
Apesar de ainda estar se espalhando, o NFC não é uma tecnologia nova. Ela existe desde 2004, mas parece que agora ela virou mesmo a "bola da vez". Até porque, já existem vários projetos usando o NFC para substituir até o cartão de crédito!
Mesmo antes de o NFC pegar por aqui, já existem aplicativos para que profissionais liberais possam cobrar seus serviços com cartão de crédito através do smartphone. Se você é um profissional liberal, essa pode ser uma boa alternativa. No campo da curiosidade, já tem táxi que aceita pagamento via celular aqui mesmo, no Brasil. Se você quiser conhecer o recurso para profissionais liberais e as experiências dos táxis, acesse os links que estão junto desta matéria.
LINKS ABAIXO:
Cielo lança aplicativo para pagamentos com cartão • Já pensou em pagar a corrida de táxi via SMS? • Banco do Brasil, Cielo e Oi se unem para oferecer
Transforme o visual do seu Android em um iPhone Aplicativo é gratuito e mistura funcionalidades dos dois sistemas operacionais
| Reprodução |
O site Addictive Tips criou um tutorial do aplicativo Espie Launcher, que substitui o padrão de telas iniciais do Android e as deixam com a interface do iOS. O app traz alguns recursos que o iOS não tem como atalhos úteis para Wi-Fi, bloqueio e rotação, configurações de rede, brilho e volume.
Os comandos são simples e é fácil navegar pelo sistema como se estivesse usando um celular da Apple. Para procurar contatos e criar pastas, basta arrastar a tela para a esquerda para revelar a barra de ferramentas multitarefas. Já para visualizar as notificações é só arrastar a tela para cima.
As pastas podem ser criadas da mesma forma que no iOS: segure um ícone do aplicativo para entrar em modo de edição e, em seguida, arraste e solte o ícone para onde desejar. Também é possível renomear, adicionar ou remover itens, substituir atalhos e desinstalar arquivos direto da tela principal do celular. A única limitação do aplicativo é que ele não permite adicionar widgets na home do smartphone.
Aí vão algumas dicas para facilitar sua navegação no Espier Launcher:
- Se a versão do Android for velha demais, a interface pode travar um pouco. Mas, isso pode ser resolvido dessa forma: "botão do menu" > "preferências" > "desmarcar efeitos de animação".
- Para desinstalar um aplicativo a partir da tela inicial, toque e segure o ícone que você deseja exluir e, em seguida, aperte o "X".
- Se quiser reorganizar aplicativos, toque e segure qualquer widget e arraste os ícones para o local desejado.
- Para fechar aplicativos em execução, vá até a parte inferior da tela, toque e segure um ícone, e selecione no sinal de menos.
- Para tornar o Espier Launcher sua interface padrão, toque no botão "home" e marque a opção "usar por padrão para esta ação".
Para fazer o download, clique aqui.
Transfira arquivos do/para o seu iPhone sem precisar do iTunes
| Reprodução |
O software suporta todos os tipos de iPhone (até mesmo o iPod Touch e os outros modelos de iPod). Ele não só copia arquivos do PC para o iPhone, mas também transfere músicas, fotos, vídeos e filmes do iPhone para o PC. É possível, ainda, conectar múltiplos iPhones para compartilhar arquivos entre eles. Para fazer o download do software, clique aqui.

domingo, 9 de outubro de 2011
Segurança da Informação, o termo: Engenharia Social
Quando utilizado em Segurança da Informação, o termoEngenharia Social significa o conjunto de práticas utilizadas para se para obter acesso a informações importantes ou sigilosas por meio da enganação ou exploração da confiança das pessoas. O foco do ataque é o ser humano, elo mais frágil de todo sistema de segurança.
A maioria das técnicas de engenharia social consiste em obter informações privilegiadas enganando os usuários de um determinado sistema através de identificações falsas, aquisição de carisma e confiança da vítima.
Para isso, o golpista pode se passar por outra pessoa, assumir outra personalidade, fingir que é um profissional de determinada área, entre outros.
Assim, o indivíduo explora as falhas de segurança das próprias vítimas, que, quando não atentas para esses ataques, podem ser facilmente manipuladas, sendo induzidas a fornecer informações sensíveis, visitar determinados sites etc.
Algumas das técnicas usadas pela Engenharia Social:
- Vírus que se espalham por e-mail;
- E-mails Falsos (Hoax / Spam / Phishing scam).
Segurança no ambiente corporativo: como garantir? A solução "anti-theft" pode ser uma boa alternativa. Entenda o que ela traz de benefícios!
Já é normal: funcionários usam computadores pessoais no ambiente de trabalho. Ou, recebem notebooks ou smartphones das empresas e, claro, acabam levando para casa.
Wagner Tadeu, vice-presidente da Symantec comenta que "hoje, houve uma inversão. Antigamente, você ia para as empresas para ter um computador e uma tecnologia melhores. Hoje, é o contrário: muitas vezes você tem um computador ou um device melhor em casa e você quer trazê-lo para o trabalho".Se por um lado isso é bem legal, também é uma dor de cabeça para o pessoal que cuida do departamento de tecnologia. Especialmente no que diz respeito à segurança: "Dentro da comporação, você tem uma série de políticas, ela define os softwares que vão estar funcionando, por exemplo, para que você tenha mais segurança. Quando o usuário começa a trazer o computador dele de casa, nós nem sempre temos os mesmos dispositivos para garantir essa segurança corporativa. Então, se torna muito mais fácil, por exemplo, de você pegar um vírus, ter acesso a um site indevido, a você acessar um e-mail que não deveria ter sido acessado, e assim por diante", explica Maurício Ruiz, diretor do Segmento Corporativo da Intel.
Wagner também explica que "as empresas vão ter que se adequar a isso, cada vez mais. Hoje já existem os iPhones, iPads... E como você pode ter o controle desses dispositivos? Além da segurança, onde você não sabe o que está acessando, também há toda a parte de armazenamento desses dados", completa.
A tendência está aí. E não tem volta. Então o jeito é achar soluções tecnológicas para garantir a segurança das informações.
Maurício ainda diz que as pessoas estão usando muito o notebook. E, ao trabalhar em um ambiente corporativo, qual é o maior risco de se perder um notebook? "Não é o ativo, ou seja, o notebook em si, mas sim o que está lá dentro", explica.
Em geral, a solução para essa questão vem da criptografia dos dados dentro dos dispositivos. Ou seja, por meio de softwares, os dados são codificados. Mas, a parte física do computador, o hardware, também precisa de atenção.
"Chamamos isso de virtualização dos desktops. Ao invés de você ter o sistema operacional instalado na sua máquina, como acontece tradicionalmente hoje, você tem uma imagem virtual, como se fosse uma janelinha. Lá dentro tem um novo sistema operacional que tem diferentes aplicações e mecanismos de proteção. Isso é um software que faz. Quando você tem um suporte no hardware para esse software, ele se torna mais robusto, estável e seguro", comenta Maurício.
Uma nova tecnologia que já começa a ser difundida nos notebooks empresariais é a chamada "anti-theft", ou, em português, antifurto. E, em breve, ela pode estar disponível também para osnotebooks domésticos.
Maurício explica a tecnologia anti-theft: "Se seu notebook é roubado, você aciona uma central, normalmente dentro da própria corporação atualizando o software e alegando o roubo. Via internet, é enviado o que chamamos de 'Poison Pill', que é uma pílula de veneno, que trava o equipamento. Quem roubou o equipamento não terá acesso e se ele tentar desmontá-lo, a reutilização das partes fica impossível".
Se você ficou curioso e quer saber um pouco mais desse recurso antifurto presente nos processadores das máquinas profissionais, na nossa página você encontra uma área exclusiva sobre segurança. Tem também o Laboratório Digital em que testamos os antivírus gratuitos. Eles até que oferecem uma boa proteção – mas há melhores e piores. Confira qual o mais confiável. Acesse e fique seguro!
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