sábado, 30 de julho de 2011

Segurança de informação.. Pense nisto !!


divulgação
Segurança
Por Juan Antonio Duran*

O mundo está passando por uma evolução: saímos da era de informação para a era da segurança da informação. Uma nova pergunta se encontra em muitos meios de comunicação. As companhias e governos ao redor do mundo estão preparados para estes novos desafios?

A maioria das pessoas que utilizam a internet frequentemente já tiveram algum tipo de experiência relacionada à segurança da informação. As pessoas estão cada vez mais cientes sobre os riscos que a internet pode trazer no dia a dia e os impactos na privacidade das pessoas. Nos últimos 15 anos, as companhias estiveram focadas em criar e popularizar este sistema de informação de uso massivo, sem pensar sobre os riscos que poderiam ser apresentados no futuro.

O crescimento do uso da internet fez com que a informação se encontrasse disponível a um clique na comodidade dos lares. Junto com este crescimento, também nasceram usuários diferenciados com conhecimentos avançados sobre informática: os chamados "hackers".

Um "novo" participante entra na equação, depois das notícias de vários casos, comprometendo a segurança de empresas como Sony, Amazon, Mastercard, Visa, Paypal, além de órgãos governamentais ao redor do mundo. São grupos dentro do underground da internet com fins políticos/ativistas que dizem ser a "voz do povo".  Grupos descentralizados de pessoas que compartem interesses comuns com uma posição contra a censura. Estes grupos passaram a ter um papel muito importante apontando falhas de vulnerabilidades nos sites considerados mais seguros do mundo e que têm como missão lutar por causas que eles consideram justas para o povo, baseadas em liberdade de expressão. Entre os grupos mais conhecidos, temos o Anonymous e o LulSec.

É importante que as empresas e governos estejam cientes da capacidade e potencial destes grupos de pessoas, já que também existem grupos cibernéticos com fins que não necessariamente são para ajudar a uma boa causa e que podem se aproveitar de alguma falha. Mecanismos de segurança básicos precisam ser otimizados e controles de segurança têm que ser aplicados em todas as camadas dentro do fluxo da informação digital.

Para melhorar controles, também é fundamental contar com pessoas devidamente capacitadas monitorando o tráfego da informação em tempo real com a experiência suficiente para atuar rapidamente frente a qualquer tentativa de ataque. A lógica humana é algo que as máquinas ainda não conseguem simular e, sem embargo, é uma ferramenta comum para burlar mecanismos de segurança.

Certamente a Internet abriu uma porta para se criar melhores ferramentas, sites e sistemas mais seguros, ajudando a melhorar a transparência dos governos e mitigar problemas de corrupção. Mas não podemos esquecer tampouco que as pessoas têm direito a ter privacidade dos seus dados. Estes grupos de ativistas e as grandes companhias/governos certamente acabam de dar início a uma guerra, onde esperamos que os beneficiados dos resultados sejam sempre os usuários finais.

*Juan Antonio Duran é Especialista em Segurança da Site Blindado S.A. www.siteblindado.com.br

Cotidiano Ele cuida de nós Jesus.


Cotidiano

Ele cuida de nós

Ele cuida de nós 
“Jesus, vendo-o deitado e sabendo que estava assim há muito tempo, perguntou-lhe: Queres ser curado”? (João 5.6.)
Nossa reflexão se inicia com o texto de Marcos 2.3 que diz: “Alguns foram ter com ele, conduzindo um paralítico, levado por quatro homens”.
Sabemos que o Senhor se admirou da grande fé deles que não tendo como passar pela multidão, subiram ao telhado e o desceram aos Seus pés. Jesus imediatamente perdoou seus pecados e o curou (Mc 2.5-12). Foi sem dúvida um momento maravilhoso para aquele homem doente que não podia se mexer e de repente, se viu de pé andando e carregando o seu próprio leito, graças ao amor de Jesus e a amizade daqueles quatro homens. Como é importante termos amigos que se preocupam conosco e sentem as nossas dores. Esse homem era bem aventurado e muito amado!
Porém, refletindo no texto de João 5 a partir do versículo 2, contemplamos um outro momento na vida de Jesus,  no qual agora, Ele se direciona ao encontro de um homem enfermo há 38 anos. Ninguém o leva até Ele, mas Ele mesmo o busca pois conhece a sua necessidade e quer restaurá-lo!
Dessa vez, era alguém solitário, que também necessitava do Seu amor, perdão e cura,  mas que não tinha “amigos” como o paralítico de Cafarnaum. Estava ali,  jogado ao chão nas proximidades do tanque de Betesda onde também uma “multidão” de outros enfermos,  esperavam que as águas do tanque se mexessem para que nesse momento, pudessem alcançá-las e serem curados de suas enfermidades. E o Senhor sabia disso! Conhecia a cada um daqueles que ali estavam e o motivo das suas dores! Sabia quem estava acompanhado por seus “amigos”, ou totalmente sozinho e abandonado como aquele homem enfermo há tanto tempo e lançado à sua própria sorte.
E foi por isso que Jesus se aproximou dele. Queria libertá-lo daquela situação de dor e solidão porque o amava e era seu amigo! Que momento maravilhoso para aquele homem! Momento de cura, de compaixão, de restauração, de solidariedade por parte do Filho de Deus que se preocupou com as suas dores e aflições e se fez socorro bem presente para o ajudar!
E quanto a nós? Será que o cuidado do Senhor para conosco tem sido o mesmo que Ele demonstrou por aqueles dois homens? Sim, com certeza o Seu amor é o mesmo por todos! Jesus também nos contempla e conhece as nossas necessidades. Sabe exatamente há quanto tempo estamos vivendo situações que nos abatem e que precisam da Sua intervenção e por isso se aproxima de nós, como fez em Betesda. Tudo porém, depende de nossas atitudes para com o amor que nos demonstra. Se seremos como o homem de Cafarnaum que aceitou que seus amigos o levassem até Ele, ou se apesar da nossa dor e desânimo, o ouviremos  receptivo perguntar: “Queres ser curado?”
Então, se você tem amigos que falam d'Ele, ouça-os! Se não consegue vê-lo procurando por você e lhe perguntando sobre sua dor, se deixe encontrar e dê a Ele  uma chance de se aproximar de você, porque Jesus nos provou Sua amizade na cruz do calvário! Olhe para Ele e jamais se sinta rejeitado, mesmo que não tenha quatro amigos como o homem de Cafarnaum e seja apenas um solitário, necessitado como o homem de Betesda,  porque  onde quer que estejamos Ele nos vê e vem ao nosso encontro.
Ana Lúcia R. De Lemos

sábado, 2 de julho de 2011

Primeira praga brasileira para Facebook atinge as páginas da rede Com a popularização da rede social no país, cibercriminosos criam worm que rouba senhas, inclusive do Orkut e Twitter

Midias Sociais Blog
Worm Facebook
Nesta terça-feira (21/6), a Kaspersky Lab descobriu o primeiro worm brasileiro para Facebook. O worm é uma praga auto-replicante que, diferente do vírus, não precisa de um programa hospedeiro para se propagar.   

Desde 2005, as redes sociais estão sendo usadas pelos cibercriminosos brasileiros como meio de disseminação de aplicativos mal intencionados. As primeiras pragas se espalhavam via chat, especialmente MSN, e depois evoluíram para trojans bancários. No Brasil, o Orkut foi o site que mais propagou ataques, por ser a rede social mais popular no país.

Mas, com o crescimento de adeptos brasileiros no Facebook, cibercriminosos locais já começaram a desenvolver golpes para atacar usuários da rede de Mark Zuckerberg. Fábio Assolini, analista de malware da Kaspersky Lab no Brasil e descobridor do novo worm, prevê que este novo ataque será o primeiro de muitos dentro da rede social.  

Como funciona

As pessoas infectadas mandam, automaticamente e sem saber, links para toda a sua lista de contatos via chat do Facebook, através de frases que instigam o receptor. Quem clicar no link é direcionado para uma página falsa que forja o download de um programa, e é esse programa que rouba as credenciais dos usuários. Segundo a empresa, este risco se agrava quando o Java está desatualizado.

Segundo Fábio, o worm atacou poucas pessoas até o momento. Houve registro de infecções no Brasil e em Portugal, mas o Facebook já tem conseguido bloquear o link. Ainda assim é importante que todos estejam atentos para que não haja maior propagação.   

Na foto abaixo é possível ver como o worm atua no chat da rede social. Lembre-se de não clicar em links desconhecidos ou suspeitos.






\fontes: Google e \olhar \digital

Saiba se seu e-mail foi acessado por hackers do LulzSec Site com banco de dados de contas invadidas por crackers ajuda usuários a descobrir se e-mail foi acessado indevidamente.




Reprodução
LulzSec
Os recentes ataques do braço brasileiro do grupo LulzSec a sites do governo e da Petrobrás são apenas uma demonstração do que esses crackers fazem. Fora do Brasil, eles e muitos outros grupos invadem e roubam dados de e-mails, por exemplo, sem que o usuário fique sabendo.

Para ajudar a descobrir se a conta de e-mail foi acessada indevidamente, o pesquisador de segurança australiano Daniel Grzelak desenvolveu o site Should I Change My Password? ("Devo mudar minha senha?"). Basta colocar o seu e-mail (sem a senha) para o site verificar um banco de dados, desenvolvido pelo próprio Grzelak. Assim, ele avisa o usuário se alguma atividade incomum foi feita em sua conta e se é recomendável ou não mudar a senha.

O banco de dados de Grzelak foi feito a partir de cerca de 800 mil endereços de e-mail divulgados aos poucos pelo grupo LulzSec em seu site oficial.

 Fontes ; Olhar Digital ..
Com os acontecimentos dos últimos dias, muito foi falado sobre hackers e crackers. Mas, afinal, o que estes termos significam e quais as diferenças entre esses experts da computação?

Para entender um pouco melhor, é necessário saber o que cada um dos nomes significa. Hackers são indivíduos que elaboram e modificam softwares e hardwares de computadores, seja desenvolvendo funcionalidades novas ou adaptando as antigas. Já cracker é o termo usado para designar quem pratica a quebra (ou cracking) de um sistema de segurança.
Hacker versus CrackersNa prática, os dois termos servem para conotar pessoas que têm habilidades com computadores, porém, cada um dos "grupos" usa essas habilidades de formas bem diferentes. Os hackers utilizam todo o seu conhecimento para melhorar softwares de forma legal e nunca invadem um sistema com o intuito de causar danos. No entanto, os crackers têm como prática a quebra da segurança de um software e usam seu conhecimento de forma ilegal, portanto, são vistos como criminosos.

As denominações foram criadas para que leigos e, especialmente a mídia, não confundissem os dois grupos. O termo "cracker" nasceu em 1985, e foram os próprios hackers que disseminaram o nome em sua própria defesa. A ideia era que eles não fossem mais confundidos com pessoas que praticavam o roubo ou vandalismo na internet.

Contradição

Apesar dos termos serem mundialmente conhecidos, chamar alguns de “bons” e outros de “maus” não agrada a todos. O programador Vinicius Camacho, por exemplo, acredita que tanto o hacker quanto o cracker são habilidosos e podem fazer as mesmas coisas. Na opinião dele, a intenção vale mais do que o ato. “Uma pessoa pode quebrar um software, como fazem os crackers, mas não usar as informações de forma antiética. O oposto também pode acontecer: um hacker usar sua habilidade de forma mal-intencionada”, conclui.

O que isso quer dizer? Isso significa que, para ele, o termo cracker, criado para denotar um “Hacker do mal”, é bastante subjetivo. Para ele os termos mais corretos são os usados dentro da ética hacker : “White Hat” (Chapéu Branco), “Black Hat” (Chapéu Preto) e “Gray Hat” (Chapéu Cinza). Os hackers "Chapéu Branco" são pessoas interessadas em segurança e, na maioria das vezes, usam suas habilidades a favor das empresas, sendo 100% éticos em suas ações. São eles que ocupam os cargos de analista de sistema, especialista em TI ou outros empregos na área de informática. Já os hackers "Chapéu Preto" são criminosos e, normalmente, especializados em invasões maliciosas de sites. Os hackers "Chapéu Cinza" têm as intenções de um Chapéu Branco, mas suas ações são eticamente questionáveis.

Apesar dessa contradição dentro do próprio cenário de profissionais da segurança, ainda muitos programadores aceitam os termos hacker e cracker como definições corretas. Diversos Fóruns sobre programação, blogs de tecnologia, sites como Wikipedia e até dicionários conceituam os hackers como profissionais do bem e crackers como criminosos. 



 fonte: Olhar Digital por 


Cibercrimes
Hacker versus Crackers
Stephanie Kohn