sábado, 2 de julho de 2011

Primeira praga brasileira para Facebook atinge as páginas da rede Com a popularização da rede social no país, cibercriminosos criam worm que rouba senhas, inclusive do Orkut e Twitter

Midias Sociais Blog
Worm Facebook
Nesta terça-feira (21/6), a Kaspersky Lab descobriu o primeiro worm brasileiro para Facebook. O worm é uma praga auto-replicante que, diferente do vírus, não precisa de um programa hospedeiro para se propagar.   

Desde 2005, as redes sociais estão sendo usadas pelos cibercriminosos brasileiros como meio de disseminação de aplicativos mal intencionados. As primeiras pragas se espalhavam via chat, especialmente MSN, e depois evoluíram para trojans bancários. No Brasil, o Orkut foi o site que mais propagou ataques, por ser a rede social mais popular no país.

Mas, com o crescimento de adeptos brasileiros no Facebook, cibercriminosos locais já começaram a desenvolver golpes para atacar usuários da rede de Mark Zuckerberg. Fábio Assolini, analista de malware da Kaspersky Lab no Brasil e descobridor do novo worm, prevê que este novo ataque será o primeiro de muitos dentro da rede social.  

Como funciona

As pessoas infectadas mandam, automaticamente e sem saber, links para toda a sua lista de contatos via chat do Facebook, através de frases que instigam o receptor. Quem clicar no link é direcionado para uma página falsa que forja o download de um programa, e é esse programa que rouba as credenciais dos usuários. Segundo a empresa, este risco se agrava quando o Java está desatualizado.

Segundo Fábio, o worm atacou poucas pessoas até o momento. Houve registro de infecções no Brasil e em Portugal, mas o Facebook já tem conseguido bloquear o link. Ainda assim é importante que todos estejam atentos para que não haja maior propagação.   

Na foto abaixo é possível ver como o worm atua no chat da rede social. Lembre-se de não clicar em links desconhecidos ou suspeitos.






\fontes: Google e \olhar \digital

Saiba se seu e-mail foi acessado por hackers do LulzSec Site com banco de dados de contas invadidas por crackers ajuda usuários a descobrir se e-mail foi acessado indevidamente.




Reprodução
LulzSec
Os recentes ataques do braço brasileiro do grupo LulzSec a sites do governo e da Petrobrás são apenas uma demonstração do que esses crackers fazem. Fora do Brasil, eles e muitos outros grupos invadem e roubam dados de e-mails, por exemplo, sem que o usuário fique sabendo.

Para ajudar a descobrir se a conta de e-mail foi acessada indevidamente, o pesquisador de segurança australiano Daniel Grzelak desenvolveu o site Should I Change My Password? ("Devo mudar minha senha?"). Basta colocar o seu e-mail (sem a senha) para o site verificar um banco de dados, desenvolvido pelo próprio Grzelak. Assim, ele avisa o usuário se alguma atividade incomum foi feita em sua conta e se é recomendável ou não mudar a senha.

O banco de dados de Grzelak foi feito a partir de cerca de 800 mil endereços de e-mail divulgados aos poucos pelo grupo LulzSec em seu site oficial.

 Fontes ; Olhar Digital ..
Com os acontecimentos dos últimos dias, muito foi falado sobre hackers e crackers. Mas, afinal, o que estes termos significam e quais as diferenças entre esses experts da computação?

Para entender um pouco melhor, é necessário saber o que cada um dos nomes significa. Hackers são indivíduos que elaboram e modificam softwares e hardwares de computadores, seja desenvolvendo funcionalidades novas ou adaptando as antigas. Já cracker é o termo usado para designar quem pratica a quebra (ou cracking) de um sistema de segurança.
Hacker versus CrackersNa prática, os dois termos servem para conotar pessoas que têm habilidades com computadores, porém, cada um dos "grupos" usa essas habilidades de formas bem diferentes. Os hackers utilizam todo o seu conhecimento para melhorar softwares de forma legal e nunca invadem um sistema com o intuito de causar danos. No entanto, os crackers têm como prática a quebra da segurança de um software e usam seu conhecimento de forma ilegal, portanto, são vistos como criminosos.

As denominações foram criadas para que leigos e, especialmente a mídia, não confundissem os dois grupos. O termo "cracker" nasceu em 1985, e foram os próprios hackers que disseminaram o nome em sua própria defesa. A ideia era que eles não fossem mais confundidos com pessoas que praticavam o roubo ou vandalismo na internet.

Contradição

Apesar dos termos serem mundialmente conhecidos, chamar alguns de “bons” e outros de “maus” não agrada a todos. O programador Vinicius Camacho, por exemplo, acredita que tanto o hacker quanto o cracker são habilidosos e podem fazer as mesmas coisas. Na opinião dele, a intenção vale mais do que o ato. “Uma pessoa pode quebrar um software, como fazem os crackers, mas não usar as informações de forma antiética. O oposto também pode acontecer: um hacker usar sua habilidade de forma mal-intencionada”, conclui.

O que isso quer dizer? Isso significa que, para ele, o termo cracker, criado para denotar um “Hacker do mal”, é bastante subjetivo. Para ele os termos mais corretos são os usados dentro da ética hacker : “White Hat” (Chapéu Branco), “Black Hat” (Chapéu Preto) e “Gray Hat” (Chapéu Cinza). Os hackers "Chapéu Branco" são pessoas interessadas em segurança e, na maioria das vezes, usam suas habilidades a favor das empresas, sendo 100% éticos em suas ações. São eles que ocupam os cargos de analista de sistema, especialista em TI ou outros empregos na área de informática. Já os hackers "Chapéu Preto" são criminosos e, normalmente, especializados em invasões maliciosas de sites. Os hackers "Chapéu Cinza" têm as intenções de um Chapéu Branco, mas suas ações são eticamente questionáveis.

Apesar dessa contradição dentro do próprio cenário de profissionais da segurança, ainda muitos programadores aceitam os termos hacker e cracker como definições corretas. Diversos Fóruns sobre programação, blogs de tecnologia, sites como Wikipedia e até dicionários conceituam os hackers como profissionais do bem e crackers como criminosos. 



 fonte: Olhar Digital por 


Cibercrimes
Hacker versus Crackers
Stephanie Kohn

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Como rodar Android em um computador

Antes de mais nada: nesse tutorial vamos mexer com uma distro que está em uma versão inicial (0.3) e a chance do sistema não funcionar corretamente e transformar seu computador em um buraco negro que engolirá todo o sistema solar em segundos são altas. Se possível, instale em um computador de testes ou use uma máquina virtual para emular um computador. Para esse fim, recomendamos o VirtualBox, que funciona tanto no Linux quanto no Windows. Dito isso, vamos ao que interessa!

Download do Android para PC

Live Android pode ser baixado na página do projeto, hospedada no Google Code (nessa página você também pode ler a documentação, entender como funciona o sistema operacional e até ajudar no projeto). Existem várias opções de download, mas prefira sempre o arquivo Torrent da última versão disponível (no momento em que esse artigo é escrito, trata-se da versão 0.3). Como o arquivo .iso é pequeno (em torno de 170 MB), o download deve ser rápido.
Com o .iso devidamente baixado, é só configurar uma nova máquina virtual no VirtualBox (ou usar uma máquina já criada), adicionando o arquivo .iso como se fosse um CD. Se você não prestou muita atenção no aviso logo no segundo parágrafo, pode também queimar o arquivo em um CD ou copiar o sistema para um pendrive USB, e assim fazer o boot direto na máquina física.
Com tudo devidamente configurado, é hora de iniciar a máquina virtual ou dar boot no PC. Se não houver qualquer problema com a ISO ou com o hardware do seu computador, a primeira tela que você deverá ver é essa:
Instalação do Android na máquina virtual
Instalação do Android na máquina virtual
Escolha a melhor resolução para o seu monitor e aperte Enter. O sistema vai fazer o boot de praxe – como já cansamos de ver no Linux – e, se não houver qualquer problema, você vai ver o Android rodando em toda a sua majestade em um PC:
Android rodando diretamente no PC
Android rodando diretamente no PC
Obviamente que é uma versão bem padrão do Android, sem qualquer extra ou customizações, mas é o Android rodando no seu computador.

Usar o Google Android no PC

Aqui começam as más notícias: muito provavelmente, seu mouse não será reconhecido, e você terá que navegar pela interface usando o teclado. Basicamente, dá para usar o TAB (navegação), o Esc (sair) e o Enter (confirmar), além dos direcionais do teclado (navegação). É meio estranho no começo, mas não é difícil se acostumar.
Outro problema diz respeito à conexão de rede: por enquanto o Live Android não suporta DHCP, e nem mesmo algumas placas de rede comuns, o que significa que é bem provável que você não poderá navegar com o sistema. No meu caso, não houve forma de fazer a rede funcionar. Mas essa é  a graça de um sistema ainda na versão 0.3, não? :P
Como já disse no começo, essa versão do Android para PCs ainda está bem no começo do desenvolvimento, e por isso há muitos problemas e até incompatibilidades com o hardware. Mas apenas como prova de conceito já é interessante, e se o desenvolvimento continuar nesse nível não demora muito teremos uma versão estável. Se você gostou e quiser testar, deixe nos comentários suas observações. :)

Como bloquear sites pornográficos no Windows

Você já cansou de me ver falar da OpenDNS por aqui. O serviço de resolução deles é um dos melhores que existe atualmente, tanto que nós do Tecnoblog recomendamos que você troque o DNS do seu provedor – seja ele Virtua, Speedy, Velox ou GVT – pelo da OpenDNS o quanto antes. É o que nós fazemos aqui na redação.
Hoje, a empresa anunciou mais uma funcionalidade: o bloqueio rápido de sites com conteúdo impróprio para menores de idade.
Se você é pai, sabe que hoje em dia as crianças e adolescentes mexem com internet cada vez mais cedo – meu primo que o diga. Também sabe que 99,9% das páginas contém algum tipo de pornografia, o que não é legal de ser visualizado pelo seu pimpolho. Ainda bem que agora há mais uma ferramenta para bloquear esse tipo de conteúdo.
O funcionamento do FamilyShield da OpenDNS é similar ao serviço básico que eles fornecem, porém mais simples, uma vez que não requer configuração adicional. No Win7, vá ao menu Windows > Painel de Controle > Exibir o status e as tarefas de rede > Alterar as configurações do adaptador > selecione o adaptador de rede > PropriedadesProtocolo TCP/IP Versão 4 > seção Usar os seguintes endereços de servidor DNS.
O caminho para chegar a essa configuração é longo, mas uma vez que a janela esteja aberta, é só adicionar208.67.222.123 e 208.67.220.123 como servidor DNS preferencial e servidor DNS alternativo (respectivamente).
Steve Jobs gostou dessa dica. (Clique para ampliar)
O resultado você vê aí em cima: o site da Playboy americana passou a ser bloqueado quase que instantaneamente (às vezes é preciso reiniciar a máquina para que as mudanças funcionem). 

Veja as letras de música na área de trabalho do seu Mac

Se você é do tipo que gosta de ouvir música acompanhando os versos, aqui vai uma dica para fazer seu Mac baixar as letras das músicas do seu iTunes e jogá-las em frente ao seu papel de parede, transformando você no próximo ídolo do Brasil. Ok, nem tanto. :)
Primeiro você vai precisar escolher um software que fará o download das letras automaticamente e vai inserir o texto diretamente no arquivo da música no iTunes. Inclusive, se você tem um iPod ou iPhone as letras podem ser exibidas na tela do dispositivo. Existem várias opções destes aplicativos, sugiro que você teste os dois a seguir e veja qual acha melhor. Realmente é uma escolha bem pessoal e dependendo do tipo de banda da Letônia ou da Moldávia que você anda ouvindo, algumas aplicação acabam não encontrando a letra.

Get Lyrical

Meu preferido por ser bem direto, dificilmente não encontra a letra. Ele tem opções de procurar tanto de músicas selecionadas manualmente (Tag Selection), como da atual (Tag Current) ou de ativar a busca sempre que a música mudar (Active Tagging). O único problema que identifiquei nele é que depois de um tempo ele passa a consumir mais memória do que você esperaria de um aplicativo tão simples. Quem sabe nas próximas versões isso não melhores?
Download | Get Lyrical

TunesArt

O aplicativo não é focado exatamente na tarefa de buscar as letras, ele funciona como uma espécie de extensão do iTunes com várias opções bacanas como exibição da capa flutuante do álbum com controles de execução, atalhos de teclado, busca de música sem precisar estar na janela do iTunes, Last.fm etc. Mas é a opção Lyrics > Download lyrics from LyricWiki…nas preferências dele que faz o serviço sujo. Ela já vem ligada por padrão.
Download | TunesArt

Exibindo a letra no Desktop

Tanto o Get Lyrical quanto o TunesArt dá a opção de você exibir a letra em uma janela flutuante no desktop, mas não é isso que queremos. Que tal jogar a letra como se ela fizesse parte do seu papel de parede?
A mágica fica por conta do aplicativo DesktopLyrics. Nas preferências dele é possível configurar coisas como a posição da letra no desktop, família da fonte e o tamanho mínimo e máximo dela, a sombra no texto para ajudar na legibilidade e configurar atalhos de teclado para ocultar/mostrar as letras ou mudar de página em caso de letras muito extensas.
Download | DesktopLyrics
Pronto, agora para seu Mac virar uma máquina de Karaokê só precisa criar um placar de pontos e notas aí com seus amigos. Finalmente você pode cantar toda aquela coleção de músicas do Glee, que está no seu iTunes, sem medo de errar a letra. Nem precisa agradecer. :PPor Rodrigo Muniz 

iTunes: como adicionar capas de álbuns Tutorial ensina passo a passo de como organizar a biblioteca de músicas do iTunes e colocar capas em álbuns. Funciona tanto em Mac como em Windows.

iTunes é o aplicativo padrão de música nos Macs, estando disponível também para quem quer baixá-lo na versão gratuita para Windows. Depois que a biblioteca musical está organizada, é provável que alguns álbuns continuem sem as suas devidas capas (covers, no termo em inglês). Essa dica pode lhe ajudar a dar o toque final em sua biblioteca, sem precisar instalar nenhum aplicativo de terceiros.
Para tanto, é possível criar uma Lista Inteligente (Smart Playlist) apenas com as músicas e álbuns que ainda não possuem uma capa configurada, o que certamente vai ajudar na hora de procurar as imagens.
Observação: eu sei que existem várias ferramentas pagas e gratuitas de terceiros que prometem ajudar a organizar as capas dos discos de sua biblioteca do iTunes automaticamente. Mas a premissa dessa dica aqui é mostrar que é possível fazer o próprio iTunes filtrar apenas as músicas sem capinha, de forma simplificada. Isso pode ajudar muito quem não tem um biblioteca muito grande e não confia nos resultados de ferramentas automáticas em caso de músicas mais raras.
No iTunes vá até o menu Arquivo > Nova Lista Inteligente.
Na janela que abrir você deve inserir os critérios que farão com que o iTunes crie uma playlist que atualiza seu conteúdo de forma dinâmica. No nosso caso, baseado na informação da capa. No primeiro campo onde há Artista escolha Tem Capa; marque o segundo campo como falso.
Não precisa modificar mais nada, só clicar em Ok e dar o nome de “Sem capa” para sua nova playlist que ficou no lado esquerdo.
A playlist criada
As música que estão nessa lista são aquelas com a imagem padrão do iTunes. Se estiver aparecendo apenas o nome das músicas (como na imagem acima), vá até o menu Visualizar > como Lista de Álbuns. Ficará assim:
iTunes no modo Lista de Álbuns
No meu caso, tenho 58 músicas sem as benditas capinhas. Vamos tentar primeiro verificar com a iTunes Store se ela possui a capa e pode adicioná-las para nós. Se você não tem uma conta na iTunes Storeamericana por favor, pule para o subtítulo Processo Manual. Se você já fez o login alguma vez na loja, passe para o próximo parágrafo. Caso nunca tenha entrado na iTunes Store, vá ao menu Loja > Iniciar Sessão. Entre com as informações de login ou crie uma conta.
Depois do login feito, volte para a sua playlist “Sem capa”, vá até o menu Editar > Selecionar Tudo (Command + A) e depois até o menu Avançado > Obter Capa do Álbum.
Na janela que aparece (imagem acima), clique em Obter Capa do Álbum e aguarde o iTunes processar a ação procurando as capas. Geralmente discos nacionais ou coisas mais raras ele não vai encontrar. O mais legal é que as músicas com capinhas encontradas são retiradas automaticamente da lista.

Processo Manual

Os álbuns que sobrarem na playlist Sem Capa estão sem as capas. Depois desse processo, ainda há a opção de adicionar as capinhas de forma manual. É só você selecionar apenas as músicas de um determinado álbum e depois ir ao meu Arquivo > Obter Informações (Command + I). Na janela de Informações de Múltiplos Itens, procure pelo local indicado com o texto Capa.
Arrastando capa da Wikipedia para a janela do iTunes
Uma simples busca no Google ou na Wikipedia pelo nome do disco e artista resolvem seu problema. Você pode tanto arrastar a imagem para a área branca desta janelinha, como pode copiar a imagem da web, clicar na área da capa e pressionar Command + V para colar a imagem lá.
Pronto, você se livrou da última tarefa de organização da sua biblioteca sem precisar instalar nenhum software milagroso. Se achar o processo muito trabalhoso para a quantidade de músicas que você tem sem capa, aguarde que no futuro publicaremos uma dica que pode ajudá-lo

 fonte original: Por Rodrigo Muniz